Domingo, 1 de Junho de 2014
APELO À PAZ

"Renovo o meu premente apelo a todas as partes implicadas para superarem a incompreensão e que se alcance, com paciência, o diálogo e a paz", afirmou o papa.
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O conflito na Ucrânia teve o seu início em novembro, depois da queda do Presidente Viktor Ianukovich, que fugiu para a Rússia.

No entanto, os confrontos armados continuam no leste país, que está imerso numa crise sem precedentes desde a sua independência em 1991.

Também na República Centro-Africana vive-se uma intensa crise desde o golpe de Estado em março de 2012, realizado pela coligação rebelde Seleka, pela insatisfação ao cumprimento dos acordos de paz assinados em 2007 pelo então Presidente François Bozizé, que acabou deposto.
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Terça-feira, 27 de Maio de 2014
MUDANÇAS APROXIMAM -SE?
O celibato dos padres "não é um dogma de fé", mas sim "uma regra de vida", afirmou o Papa Francisco, esta segunda-feira, durante a viagem de regresso da visita à Terra Santa.

“O celibato não é um dogma de fé. É uma regra de vida que eu aprecio tanto e creio que é um dom para a Igreja”, disse o Papa numa conversa com os jornalistas.

A bordo do avião que transportou a comitiva, Francisco sublinhou que “não sendo um dogma de fé, está sempre em aberto", mas não é uma prioridade imediata. "Neste momento não falamos disto, como programa, pelo menos por agora. Há coisas mais importantes para realizar”, frisou.

"Tolerância zero" ao abuso de crianças
A questão dos abusos sexuais contra crianças cometidos por membros da Igreja Católica contra também foi abordada. O Papa anunciou a realização de uma missa com várias vítimas, que irá decorrer no próximo mês de Junho, e prometeu “tolerância zero” para um crime que apelidou de “horrível”.

"Nos primeiros dias de Junho haverá uma missa em Santa Marta, com seis a oito pessoas abusadas, e depois terei uma reunião com eles e eles com o cardeal Sean O’Malley, presidente da Comissão [Pontifícia para a Protecção de Menores]. Sobre isto, deve-se avançar”, declarou Francisco.

O Papa referiu que "há três bispos sob investigação" e um "já está condenado, falta decidir a pena a aplicar".

"Sobre o abuso de menores, é um crime tão horrível Sabemos que o problema é grave e está por todo o lado, mas a mim, só me interessa a Igreja: um sacerdote que faz isto, trai o corpo do Senhor, porque este sacerdote deve levar este menino, ou menina, este rapaz ou rapariga à santidade; e este, em vez de levar à santidade, abusa deles. Isto é gravíssimo. É como fazer uma missa negra, por exemplo. Em vez de levar a pessoa à santidade, leva-a a um problema que durará toda a vida", sublinhou.

Sínodo das famílias e os divorciados
Nesta longa conversa com os jornalistas, o Papa falou também sobre o Sínodo da Família, que decorre de 5 a 19 de Outubro. Francisco diz ficar entristecido quando se reduz o encontro à questão dos divorciados recasados. O Sínodo não vai servir para debater apenas uma "casuística", mas sim para aprofundar uma questão muito mais complexa do que um mero aspecto relacionado com o casamento, salientou.

“O Sínodo será sobre a família, sobre o problema da família, sobre a riqueza da família. E eu não gostei nada que tantas pessoas – até da Igreja… padres – tenham dito: ‘o sínodo é para dar a comunhão aos divorciados’, como se tudo se reduzisse a uma casuística. E não, a coisa é muito mais ampla; eu não gostaria que se caísse nesta casuística”, referiu.

"Bento XVI abriu a porta dos Papas eméritos"
Questionado se admite um dia resignar ao cargo de chefe da Igreja Católica como fez Bento XVI, Francisco respondeu que ainda não sabe o que vai fazer.

O Papa natural da Argentina, de 77 anos, diz que tomará uma decisão em função do que Deus lhe pedir. Francisco admitiu que Bento XVI abriu uma verdadeira instituição, ou seja, a partir dele passa a haver Papas eméritos e cada Papa deve fazer essa pergunta perante Deus.

“Eu creio que Bento XVI não é um caso esporádico, mas aconteceu que, já sem forças e, honestamente, como homem de fé e tão humilde, tomou esta decisão. Creio que ele é uma instituição. Há 70 anos, quase não existiam bispos eméritos e agora há tantos. O que acontecerá com os Papas eméritos? Creio que devemos olhar para ele como uma instituição. Ele abriu uma porta, a porta dos Papas eméritos, se haverá outros mais, ou não, só Deus sabe, mas esta porta está aberta. E eu creio que um bispo de Roma, um Papa que sinta as suas forças a diminuírem, deve-se confrontar com as mesmas perguntas do Papa Bento”, declarou.
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Domingo, 25 de Maio de 2014
VISITA DE PAPA FRANCISCO


“Viva, Santo Padre, sou de Portugal, sou jornalista da Rádio Renascença.”

Ali estava Francisco, de pé ao longo do corredor do avião, para uma rápida saudação a cada um dos jornalistas a bordo. Tão breve, que apenas consegui dizer estas palavras. E ele, super bem-disposto, respondeu:

- “Eu lembro-me bem”.

O Papa referia-se à única vez que nos vimos, durante a viagem ao Brasil. Continuou a sorrir, comigo ali sentada entre dois colegas e já quando ele se preparava para saudar o jornalista do lado, ainda arrisquei:

- “E quando vem a Portugal?”

- “A Fátima”, respondeu sempre a sorrir.

Pois, ainda não foi desta vez que Francisco disse que vinha, mas também não disse que não vinha, por isso, nunca é demais lembrar-lhe que o esperamos.

Na Jordânia, o acolhimento ao Papa foi muito familiar e comovente. Tal como o foi há 50 anos com Paulo VI, depois em 2000 com João Paulo II e em 2009 com Bento XVI. Cada um no seu contexto, deixaram a marca de Pedro, com aquela solicitude de amor dos apóstolos de Jesus.

Francisco, mal pisou esta terra sagrada, falou de paz, de humildade, de reconciliação e perdão.

Mas não se arriscará a que a sua voz se torne mais uma a bradar no deserto? Será que o seu pedido para os fabricantes de armas abandonarem o que fazem e se converterem vai resultar?

Entre tantas emoções vividas este sábado pelos jordanos e refugiados da vizinha Síria e do Iraque, o Patriarca de Jerusalém, ao saudar o Papa Francisco, talvez nos tenha dado a chave de leitura: "Na tua pessoa vemos a bela figura de João Baptista, padroeira da Jordânia. Agora, tu és o Baptista deste século, que prepara o caminho do Salvador, exige a conversão do coração e levanta a sua voz contra todo o tipo de injustiça e violência"
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Sexta-feira, 16 de Maio de 2014
PAPA FRANCISCO

Cidade do Vaticano (RV) – Para conhecer Jesus, não basta estudar, mas rezar e imitá-Lo: palavras do Papa Francisco na Missa celebrada esta manhã na Casa Santa Marta.

Comentando a afirmação de Jesus “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”, Francisco observou que o “conhecimento de Jesus é o trabalho mais importante da nossa vida”.

Para isso, o estudo é sim importante, mas não suficiente. “Algumas pessoas, afirmou ele, acreditam que somente as ideias nos levarão ao conhecimento de Jesus. Inclusive entre os primeiros cristãos se pensava assim. Mas, no final, ficam presos em seus pensamentos:

As ideias por si só não dão vida e quem percorre o caminho somente das ideais acaba num labirinto e não sai mais! É por isso que, desde o início da Igreja, existem as heresias. As heresias são isto: tentar entender quem é Jesus somente com a nossa mente e a nossa luz. Um grande escritor inglês dizia que a heresia é uma ideia que enlouqueceu. É assim. Quando as ideais estão sós, enlouquecem… Este não é o caminho!

Para conhecer Jesus – afirmou o Papa – é preciso abrir três portas:

Primeira porta: rezar a Jesus. O estudo sem oração não serve. Rezar a Jesus para conhecê-Lo melhor. Os grandes teólogos fazem teologia de joelhos. E com o estudo, com a oração, nos aproximamos um pouco.... Mas sem oração jamais conheceremos Jesus. Jamais! Segunda porta: celebrar Jesus. Não basta a oração, mas também a alegria da celebração. Celebrar Jesus nos seus Sacramentos, porque ali nos dá a vida, a força, o alimento, o conforto, a aliança e a missão. Sem a celebração dos Sacramentos, não conseguiremos conhecer Jesus. Isso é próprio da Igreja: a celebração. Terceira porta: imitá-Lo. Pegar o Evangelho: o que Ele fez, como era a sua vida, o que nos disse, o que nos ensinou e tentar imitá-Lo.

Entrar por essas três portas – disse ainda Francisco –, significa “entrar no mistério de Jesus”. Somente se formos capazes de entrar no seu mistério poderemos conhecer Jesus, “sem medo”:

Podemos hoje, durante o dia, pensar em como anda a porta da oração na minha vida: mas a oração do coração, não a do papagaio! Como anda a celebração cristã na minha vida? E a imitação de Jesus? Como imitá-Lo?

Para quem não se lembra porque o Evangelho está “todo empoeirado e nunca é aberto”, o Papa aconselhou a abri-lo, pois lá encontrará como imitar Jesus.

“Pensar como estão essas três portas na nossa vida fará bem a todos”, concluiu.

A missa na Casa Santa Marta foi a única atividade do Papa Francisco esta manhã. Os demais compromissos previstos foram cancelados devido a uma leve indisposição do Pontífice


Texto proveniente da página http://pt.radiovaticana.va/news/2014/05/16/papa:_rezar,_celebrar_e_imitar_jesus_para_conhec%C3%AA-lo/bra-799714
do site da Rádio Vaticano

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Sábado, 3 de Maio de 2014
NO VATICANO


Os requisitos morais são mais importantes que os legais, insiste o Vaticano, sobretudo no que diz respeito à obrigação de denunciar casos de abusos sexuais de menores e o apoio às vítimas e suas famílias.

A afirmação foi feita pelo Cardeal Sean O'Malley, arcebispo de Boston e responsável pela Comissão Pontifícia para a Protecção dos Menores, que concluiu este sábado a sua primeira reunião.

No encontro, a comissão discutiu formas de chamar a atenção para esta questão dos abusos, insistindo na necessidade de se denunciarem os casos que existem e nunca os encobrir. Nesta matéria, ninguém está acima da responsabilização, garante o cardeal.

O'Malley afirmou que embora a comissão não tenha por missão lidar com casos individuais, irá recomendar melhores práticas à Santa Sé, uma vez que "o direito canónico tem-se mostrado insuficiente" para combater este problema.

Nesse sentido, isso já se encontrou com representantes do Vaticano e da polícia italiana.

Um dos primeiros desafios da comissão, explicou O'Malley, vai ser procurar mais membros, para garantir uma maior representatividade geográfica, incluindo mais vítimas. A comissão já conta com a presença de pelo menos uma vítima de abusos, a irlandesa Marie Collins, que também participou na conferência de imprensa e que disse que saía de Roma com uma sensação "muito positiva" sobre os trabalhos da comissão.

Collins diz que é verdade, como o Papa afirmou, que nenhuma instituição tem feito mais para combater o problema dos abusos do que a Igreja, "mas não em todo o lado". A ideia é sublinhada pelo Cardeal, que diz ainda há bispos que pensam que estes problemas não podem acontecer nas suas dioceses.

Antecipando uma reunião das Nações Unidas, agendada para a próxima semana, sobre tortura, onde se pretende abordar também o tema dos abusos de menores, Marie Collins insiste que os dois assuntos não devem ser confundidos.

O Cardeal Sean O'Malley, responsável pela Comissão Pontifícia para a Protecção dos Menores, tem um longo historial de lidar com os problemas de abusos sexuais de menores, tendo sido chamado repetidas vezes para liderar dioceses fortemente abaladas por este escândalo.

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Sábado, 26 de Abril de 2014
SEGUNDO DURÃO BARROSO


Durão Barroso considera que os dois Papas que vão ser canonizados este domingo são duas figuras importantes na história da própria Europa.

Em entrevista à Renascença, em Roma, onde se encontra para representar a Comissão Europeia na cerimónia de canonização, Durão Barroso lembrou as marcas que João XXIII e João Paulo II, deixaram no velho continente.

“Estes dois Papas que vão agora ser canonizados são duas grandes personalidades da história europeia. João Paulo II está intimamente ligado à reunificação europeia, não apenas pela luta contra a ditadura comunista no seu país, mas também pelo apoio que sempre deu à unidade da Europa. João XXIII foi também uma das grandes personalidades europeias. Não podemos esquecer que foi ele que convocou o concílio Vaticano II”, disse.

O presidente da Comissão Europeia foi entrevistado pela jornalista Aura Miguel em Roma, onde este domingo se realiza a cerimónia de canonização.


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Sábado, 29 de Março de 2014
UM PORTUGUÊS NO VATICANO

O Papa Francisco confirmou este sábado o bispo português D. Carlos Azevedo no Pontifício Conselho da Cultura.

D. Carlos mantém-se assim como delegado do conselho que mantém à frente o cardeal italiano Gianfranco Ravasi. O bispo de Cabinda, D. Filomeno do Nascimento Vieira Dias também está na lista.

Quando um novo Papa é eleito todos os membros da Curia romana colocam o lugar à disposição, para que o Papa os confirme no posto ou substitua. Enquanto não é tomada uma decisão o trabalho vai decorrendo como normal.

Neste caso a confirmação levou um ano, mas deixou inalterado o secretariado.

O boletim deste sábado da Sala de Imprensa da Santa Sé acrescenta ainda que foram confirmados os responsáveis do Conselho Pontifício para o diálogo inter-religioso, o Cardeal Tauran, e da congregação para os religiosos, o cardeal brasileiro D. João Braz de Avis. Desta congregação fazem parte o moçambicano D. Francisco Chimoio, arcebispo de Maputo.
FONTE:RR

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Domingo, 24 de Novembro de 2013
PAPA FRANCISCO
Na missa de encerramento do Ano da Fé, o Papa convidou os fiéis a entregarem a Jesus a sua história, porque “quando o homem encontra a coragem de pedir perdão, o Senhor nunca deixa sem resposta um tal pedido”.

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Domingo, 3 de Novembro de 2013
O PODER DA HUMILDADE
Costuma -se dizer que o silêncio é de ouro e a palavra é de prata, mas hoje na Cidade do Vaticano o Papa Francisco mais uma vez surpreendeu.
Surpreeendeu, pois sobre temas fracturantes, quer ouvir a palavra dos católicos. Demonstra coragem, no entanto, é uma situação perigosa, dado que, a humildade do Papa Francisco está demasiado exposta - a Igreja assim o deveria ser - e esta exposição poderá trazer consequências graves: para o próprio Sumo Pontífice.
Repare -se que, em tudo que é ideologia existem os que a seguem, sendo o caso deste Papa, querendo através da mesma efectuar reformas na igreja, mas existem aqueles que, por certo, estarão "do outro lado " ou seja, no lado dos interesses.
Que ninguém tenha dúvidas que para além da ideologia católica e humilde, existe o lado daqueles que vêem a Igreja e o Catolocismo como uma forma de Poder. Veja -se o caso do Banco do Vaticano que de vez em quando lá surgem notícias de problemas.
Contudo a coragem deste Papa está demonstrada: querer ouvir os católicos em casos como a homosexualidade e o aborto, demonstra uma das maiores mudanças da Igreja perante os fiéis.
Contudo, este poder de humildade poderá levar o Sumo Pontífice e o Vaticano ( se o Vaticano deixar o seu chefe supremo seguir o seu trabalho) a uma situação de ter de tomar decisões: imagine -se que, depois da consulta aos fiéis verifica -se que, de facto estes querem a mudança?
Mas para já fica o início da mudança... com humildade.

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Quarta-feira, 23 de Outubro de 2013
VATICANO
O Vaticano anunciou nesta quarta-feira a suspensão, até nova ordem, de monsenhor Franz-Peter Tebartz-van Elst, conhecido na Alemanha como o “bispo do luxo” pelos gastos sumptuosos desde que assumiu a chefia da diocese de Limburgo.

“A Santa Sé considera que é oportuno autorizar o monsenhor Tebartz-van Elst a um período de afastamento da diocese” até à conclusão do inquérito desencadeado pela Conferência Episcopal alemã, adianta um comunicado divulgado pelo Vaticano pouco mais de uma semana depois de o prelado ter sido chamado a Roma, para responder às denúncias que pesavam sobre ele.

Em causa estavam, antes de mais, os custos extravagantes da sumptuosa residência diocesana que, segundo a imprensa alemã, terá custado perto de 40 milhões de euros. O complexo incluiria um museu, salas de conferências, capela e apartamentos privados. Inicialmente, os custos do projecto, decidido pelo antecessor do actual bispo, tinham sido estimados em 5,5 milhões de euros, mas o arquitecto responsável pela obra justificou o agravamento dos custos com os “desejos extravagantes” do prelado.

O caso provocou escândalo na diocese e mais de quatro mil fiéis subscreveram uma carta aberta onde, além do gosto pelo luxo, acusavam Tebartz-van Elst de ser autoritário e de ter mentido sob juramento quando negou ter viajado em classe executiva, numa deslocação à Índia para um programa de luta contra a pobreza.

Alvo de um inquérito da Conferência Episcopal alemã, o bispo de Limburgo negou levar um “estilo de vida sumptuoso”, mas acabou por ser chamado ao Vaticano para responder às acusações e fazer uma autocrítica.

A forma como o caso está a ser tratado pelo Vaticano gerou grande curiosidade, depois de o Papa Francisco ter criticado várias vezes os “príncipes da Igreja” pelo estilo de vida que muitos exibem, insistindo que quer uma “Igreja pobre para os pobres”.

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