Sábado, 5 de Abril de 2014
HIPÓCRISIA DE MERKEL
"Não podemos permitir que metade dos jovens de Espanha ou da Grécia não tenham emprego", disse a chanceler num congresso da União Cristão Democrática (CDU) centrado na aprovação do programa eleitoral para as eleições europeias de 25 de maio.
Para Merkel, combater o desemprego "não é impulsionar um programa estatal a seguir a outro", mas resolver os problemas estruturais.
Ou seja, mesmo para uma hipócrisia da Chanceler Alemã - que colocou a Europa num caus e Alemanha numa super potência - colocada pelo Primeiro Ministro Português a quando " Quando se lixem as eleições". Um problema do Estado, que não se pode resumir a um plano de programa no pensar nas próximas eleições mas sim a longo prazo. Uma reforma estrutural envolve um caminho longo, muito longo que poderá envolver um período de vários governos.
Hoje pode - se dizer que vivemos num período de pasmaceira - em que os mais pobres cada vez estão mais, enquanto falam de crescimento - está -se num momento de desconfiança e de ilusão.
Mas no fundo, temos que ver a situação numa perspectiva diferente: as dificuldades de hoje, serão uma brisa de ar fresco que pode "virar" ventania de bem estar.
Como?
Não estar dependente de Chanceler alemãs ou de entrevistas de Dr. Durão Barroso ( que por mais que fale que o futuro logo verá, mas que prepara caminho para algo), mas apostar na produção e emprego. Fomentar a criação de empresas e emprego, mas fundamentadas em tudo o que é nacional - não estar dependente de União Europeia. Porque não apostar por exemplo numa empresa de coordoaria portuguesa em vez de comprar ao chineses?
A diferença?
É facil: se apostasse mos numa empresa portuguesa, criava - se postos de trabalho. E mais:
quando uma "corda" rebentasse ao fim de um mês, não seria portuguesa certamente!