Quinta-feira, 9 de Janeiro de 2014
RICARDO ARAÚJO PEREIRA
Neste sentido, revela, “dediquei as minhas reflexões a tentar perceber a razão pela qual alguém, mesmo tratando-se de um mecanismo económico, dispondo de uma mão invisível, a usaria para orientar agentes económicos em sistemas de mercado livre, e não para apalpar jovens raparigas no metro”, admitindo porém que os seus “pensamentos (…) eram bastante primários” mas justificados pela idade.

Mas, “esta semana, conta o humorista, resolveu, colocar a si próprio uma “questão sobre a economia nacional: se os indicadores são assim tão bons, porque é que a troika continua a mostrar-nos o dedo do meio?”. Escreve Ricardo Araújo Pereira, “é um problema que completa a teoria do economista inglês com outros patamares de visibilidade: a mão é invisível; os indicadores, só o primeiro-ministro [Passos Coelho] e alguns dos seus amigos os veem; e o dedo do meio, vemo-lo todos”.

Em causa está “a mensagem de Natal de Passos Coelho” que “deve, a esta luz, ser incluída na tradição da literatura profética, uma vez que analisa os indicadores que o primeiro-ministro vê mas que tanto nós como o INE só veremos, em princípio, no futuro”.

“A partir dos dados avançados pelo profeta [Passos Coelho], no dia 25 de Dezembro, podemos antever o ano de 2014. A nossa economia começou a crescer, e acima do ritmo da Europa”, “o emprego também já cresce e foram criados 120 mil postos de trabalho”, “o desemprego, especialmente o emprego jovem, está a descer”, este ano, “as 120 mil pessoas que arranjarão emprego vão produzir riqueza, provavelmente a cavalo dos seus unicórnios”, e “com a ajuda da Fada dos Dentes, o número de desempregados descerá para níveis insignificantes”, destaca o humorista.

A juntar a isto, acrescenta, “no primeiro semestre, Passos Coelho encontrará um sapo muito feio, a quem dará um beijo de amor” e “o anfíbio transformar-se-á num lindo superavit da balança comercial”.

“Tudo indica [deste modo] que vamos ter um 2014 fantástico. Resta apenas saber se será fantástico no sentido que a palavra adquire nos anúncios de shampoo, para descrever o aspeto do cabelo depois de lavado e penteado, ou no sentido tradicional, que designa as coisas que só existem na nossa imaginação”, remata Ricardo Araújo Pereira.

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Quarta-feira, 18 de Dezembro de 2013
SILVA PENEDA

O presidente do Conselho Económico e Social (CES) disse hoje acreditar que o país não reagirá bem a um eventual aumento de impostos que surja na sequência de uma decisão de inconstitucionalidade sobre a denominada convergência de pensões.

Em declarações aos jornalistas no final de um debate sobre “Inquietudes do Presente” organizado pelo International Club of Portugal, o presidente do CES, José Silva Peneda, ressalvou que pronunciar-se sobre uma eventual declaração de inconstitucionalidade do Tribunal Constitucional seria fazer “futurologia sem bases”, mas que perante um novo aumento de impostos Portugal “não vai reagir bem se essa eventualidade se vier a concretizar”.

“O país já aguentou tanto. Costumo dizer que este programa de ajustamento, quando embarcámos nele dizíamos que íamos ter muita dor, mas o problema não é dor, o problema é o resultado da consequência dessa dor”, afirmou Silva Peneda.

Uma nova subida de impostos seria, na opinião do presidente do CES, “uma medida de caráter recessivo e portanto tudo depende também de qual será o tipo de aumento de impostos”, mas que teria impacto sobre o rendimento disponível das famílias e a riqueza do país.

Durante o discurso, Silva Peneda reafirmou a necessidade de que seja encontrado um compromisso político de longo prazo em Portugal, que vá para além de qualquer possível “programa cautelar”.

“Se não for assim, eu temo até por causa de uma circunstância que parece pequenina mas não é: em meados do próximo ano a Comissão Europeia está de saída. Vão aparecer novos comissários. E, portanto, o interlocutor mais forte nessa altura vai ser a burocracia de Bruxelas. Eu tenho muito medo da burocracia de Bruxelas, são uns senhores muito complicados que não têm rosto, que não são escrutinados politicamente”, disse Silva Peneda.

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Segunda-feira, 9 de Dezembro de 2013
TESOS E FALIDOS... MAS SÓ ALGUNS!


O presidente demissionário da Jerónimo Martins, Alexandre Soares dos Santos, fala esta segunda-feira, em entrevista ao Jornal de Negócios, sobre os problemas passados e actuais do País, sublinhando que “isto já não vai com pequenas mudanças, com impostos, etc.”, porque "o nosso problema é dinheiro. Somos tesos e estamos falidos”. Sobre o espectro político, o empresário considera que o que o ex-Presidente Mário Soares está a tentar fazer é “derruba o Governo para lá pôr o PS”.

Neste sentido defende que os portugueses não são “vítimas” da crise mas de si “próprios”, o que, acrescenta, “é um problema muito português. A culpa é sempre do parceiro do lado, [mas] a culpa é só nossa”. Como exemplo, Alexandre Soares dos Santos refere que “a partir do momento em que descobriram [os portugueses] que afinal a tal disciplina e o tal controlo [que a entrada na Comunidade Europeia supostamente impunham] não existiam, veio o forrobodó outra vez. Continuamos, desde 1800 e qualquer coisa, no ‘stop and go’. O nosso crescimento económico é seguido de crises em que o decréscimo da economia é total”.

A juntar a esta característica nacional, o empresário afirma que “hoje, em Portugal, tudo é político, tudo vai para a televisão, tudo aparece como uma desgraça completa”. Porém, frisa, e apesar de “o problema ser grave, não é [assim] tão grave. É grave, na medida em que não há emprego mas a família ainda tem força e a unidade necessárias para substituir a falta de emprego”.

“O que é absolutamente necessário é percebermos que a União Europeia só tem condições de sobreviver se marchar em direcção ao federalismo”, defende Alexandre Soares dos Santos, sustentando que “isto já não vai com pequenas mudanças, com impostos, etc. Precisamos de ter um rumo certo”, pelo que, refere, “não podemos estar constantemente a mudar quando há eleições” e “a ter permanentemente umas pessoas sem qualquer experiência à frente dos ministérios”.

O presidente demissionário da Jerónimo Martins considera, por isso, que “a Constituição deve estar adaptada aos dias de hoje”, apesar de assumir que “não somos um País moderado. Somos um País azedo que detesta o debate, não quer discutir nada. Querem é todos derrubar o Governo e todos estão preocupados com uma única coisa: as próximas eleições. [Mas] não vamos a parte nenhuma com eleições. Porque o nosso problema é dinheiro. Somos tesos e estamos falidos”.

Como exemplo, o empresário comenta “aquilo que o dr. Mário Soares está a fazer” que na opinião do empresário é apenas “tentar derrubar o Governo para lá pôr o Governo socialista. Dizem que ele [Soares] está senil- eu não acredito. Ele está é numa campanha para derrubar o PSD e pôr lá o PS”.
FONTE:Notícias ao Minuto

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Quarta-feira, 4 de Dezembro de 2013
GOMES FERREIRA


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MARQUES MENDES


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Terça-feira, 3 de Dezembro de 2013
MIGUEL SOUSA TAVARES E O FCP

Com o título ‘Não há milagres’, o escritor Miguel Sousa Tavares comenta hoje na coluna de opinião, que semanalmente assina no jornal A Bola, a actual situação do FC Porto, começando por salientar que “quando vendeu, em apenas dois anos, Hulk, Moutinho e James, a SAD do FC Porto sabia muito bem os riscos em que incorria: disso, Paulo Fonseca não tem culpa”.
O técnico dos ‘dragões’ “também não tem culpa da sua própria escolha, fruto de uma aposta pessoal e de um excesso de auto-suficiência de Pinto da Costa”, defende Sousa Tavares, considerando que “como muitos outros, também o presidente portista quis acreditar que no FC Porto qualquer treinador pode ser campeão (…) escolhendo, pela terceira vez consecutiva, um treinador sem qualquer experiência de um grande e até sem nenhuma ou quase nenhuma experiência de I Liga”.

Com estas decisões, considera o escritor e adepto do FC Porto, “Pinto da Costa poupa dinheiro (no que não deve) e acrescenta a sua lenda de visionário. Porém, não há milagres que sempre durem: com Villas-Boas, saiu-lhe a sorte grande, com Vítor Pereira a terminação, com Paulo Fonseca um bilhete em branco”.

Mas o que mais preocupa Miguel Sousa Tavares, “não é a derrota com a Académica, não são os sete pontos perdidos em três jornadas, nem a quase certa eliminação da Champions. Não, o que mais preocupa é o afastamento ou desmoralização de jovens talentos a quem os treinadores como Vítor Pereira ou Paulo Fonseca, por medo ou incompetência, não são capazes de valorizar: Atsu, Iturbe, Kevin, Quintero, etc.”.

“É a aposta num futebol pequeno, cheio de cautelas defensivas, desprovido de extremos e com números imensos de inútil posse de bola, que afasta o público dos estádios e faz do jogo de equipa um aborrecimento sem fim”, contesta o escritor, reforçando que “o FC Porto de Paulo Fonseca, de tão evidentemente mau que é, acabou por instalar um clima de guerra civil dentro do clube: de um lado os adeptos, que sabem o que é bom futebol; do outro, a sua SAD e o seu presidente, que não querem, ou não podem, perder a face, admitindo o óbvio”.

Uma vez “aqui chegados, só há uma de duas soluções”, na opinião de Sousa Tavares. “Ou Pinto da Costa engole o orgulho ferido e reconhece que se enganou na escolha do treinador e assumiu demasiados riscos vendendo jogadores que fazem a diferença, ou vai insistir na sua solução até que o próprio Paulo Fonseca lhe ofereça a demissão numa bandeja”.

“Pode ser já no próximo jogo contra o Braga, se novo desaire acontecer, ou pode demorar ainda meses, se uma ou outra vitória servir para iludir o óbvio. Se eu pudesse escolher, escolhia a solução radical e já”, revela.
fonte: Notícias ao Minuto

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Segunda-feira, 2 de Dezembro de 2013
MARCELO REBELO DE SOUSA

Falando no âmbito do seu habitual comentário de domingo à noite na TVI, o comentador político concretizou quais os problemas desta lei: “Primeiro, se existe convergência de pensões, porquê um corte cego de 10%?”, questionou. Esta devia “ser uma coisa mais estudada”, já que não é justo “haver progressividade nas pensões”, ou quem tenha uma “pensão de 600 euros ter um corte semelhante aos que têm uma 1.000”.

Acresce que quando o Executivo fixou o limite mínimo de cortes em 600 euros, “quis dizer que abaixo destes valores estavam os salários da Função Pública”, acrescentou Marcelo Rebelo de Sousa, exemplificando que “os pensionistas de 600 euros podem ter um corte, enquanto os activos, só o sofrem a partir dos 675 euros mensais”.

“A matéria da convergência vem tapar o buraco que existe face aos pensionistas”, realçou.

Tento tudo isto em conta, o Constitucional não deve chumbar a lei “como um todo, mas [deve] criar condições para o Governo a corrigir. Ande com o Governo um bocadinho menos ao colo [do que aquilo que andou na lei das 40 horas semanais na Função Pública], mas ande na mesma”, solicitou o professor catedrático.

Neste último caso o que aconteceu, na opinião do social-democrata, foi que o primeiro intuito era chumbar a medida em causa, mas Cavaco explicou que “o que se dizia ali não era 40 horas, era que a lei se aplicava até às 40 horas, igual ao sector privado”. Desta feita, o documento foi aprovado pelo Palácio de Ratton, razão pela qual Rebelo de Sousa considerou que aquele organismo “andou com o Governo ao colo”. Para o futuro, o Executivo "e a Assembleia têm que escrever as leis com mais cuidado”, aconselhou.

Sobre o eventual pedido de fiscalização preventiva, e não sucessiva (como é costume acontecer), o ‘laranja’ disse que “este ano é preferível a fiscalização preventiva porque é tarde demais para corrigir o Orçamento do Estado para entrar [em vigor] a 1 de Janeiro”.

Já sobre os recentes resultados de melhorias na economia do País, Marcelo Rebelo de Sousa salientou que “há algumas pequenas razões para uma luzinha de advento de Natal, do que temos vivido”.

“Está quase melhor”, até porque “os juros a 10 anos abaixo dos 10% são uma janela de oportunidades”. Contudo, “faltou um bocadinho”, pois “temos algumas dívidas que têm que ser amortizadas no próximo ano”, concluiu.

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Sexta-feira, 29 de Novembro de 2013
ÂNGELO CORREIA


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Quinta-feira, 28 de Novembro de 2013
GOMES FERREIRA


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Quarta-feira, 27 de Novembro de 2013
SANTANA LOPES

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Segunda-feira, 25 de Novembro de 2013
MARQUES MENDES


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Terça-feira, 19 de Novembro de 2013
SANTANA LOPES

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Quinta-feira, 14 de Novembro de 2013
SANTANA LOPES

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Segunda-feira, 4 de Novembro de 2013
SEGUNDO MARCELO REBELO DE SOUSA

A ideia no início do Governo era vai acabar o Estado Social, vamos ter um Estado que deixa de ter prestações sociais para passar a garantir a prestações sociais. Onde já vai isso, entre a refundação do Estado e este papel, é o dia da noite”, afirmou Marcelo, frisando por isso que o guião “não serve para nada este Governo” sendo apenas “a prova que um Executivo que começou a prometer o esvaziamento do Estado Social acaba a consagrar soluções que com pequenos retoques o PS pode aceitar”.

Além disso, prosseguiu, serve “para quem quer venha a ser Governo no futuro, ou seja, é uma espécie de memorando de entendimento interno para eventual utilização depois de eleições e depois do programa cautelar”.

Quanto ao vice-primeiro-ministro, Marcelo considerou que Paulo Portas portou-se “talentosamente”, apresentando “o que serve de base para programas eleitorais, como quem diz agora ‘o interessante é que vamos a eleições’”. Desta forma, o líder centrista “assobia ao cochicho” e “desconversa”.

Marcelo Rebelo de Sousa sublinhou ainda que “está nas mãos de [António José Seguro] o destino do País nos próximos anos”, isto é, a diferença entre ter um programa de ajustamento ou um segundo resgate”.

Na opinião do professor, Seguro tem uma de “três saídas”: ou “concorda e aceitar tudo”, o que é “muito pouco provável”; ou assina apenas alguns “compromissos e pede eleições, nesse caso começamos a resvalar para o segundo resgate, e aí é um “erro porque ganha e vai gerir um resgate”; ou, a terceira opção, “aceita e negocia o que é preciso pondo na mesma a condição de eleições mas a seguir ganha e vai gerir um programa cautelar”. Nessa última saída reside, para Marcelo, “o talento de Seguro em conseguir eleições com um programa cautelar”.

No habitual comentário na antena da TVI, o ex-líder do PSD considerou ainda que a baixa de impostos sobre a qual falou esta semana o primeiro-ministro Passos Coelho passa pela mesma lógica em que “[José] Sócrates pensou em relação aos salários da Função Pública e à baixa do IVA em 2009”. Ou seja, o pensamento de Passos, explicou Marcelo, é o de que “2014 vai ser um ano muito duro no orçamento mas se isso correr bem, e ainda formos Governo, baixamos o IRS em ano de eleições”, o que “eleitoralmente é bom”, concluiu.
FONTE: Noticias ao Minuto

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Terça-feira, 29 de Outubro de 2013
SANTANA LOPES

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MEDINA CARREIRA


“O ‘plano B’ é sermos escorraçados do euro. (…) Há uma corrente de opinião que defende essa solução”, afirmou o antigo responsável pela pasta das Finanças, Medina Carreira, que falava no espaço ‘Olhos nos Olhos’ da TVI24.

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Terça-feira, 22 de Outubro de 2013
SANTANA LOPES

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