Segunda-feira, 4 de Novembro de 2013
SEGUNDO MARCELO REBELO DE SOUSA

A ideia no início do Governo era vai acabar o Estado Social, vamos ter um Estado que deixa de ter prestações sociais para passar a garantir a prestações sociais. Onde já vai isso, entre a refundação do Estado e este papel, é o dia da noite”, afirmou Marcelo, frisando por isso que o guião “não serve para nada este Governo” sendo apenas “a prova que um Executivo que começou a prometer o esvaziamento do Estado Social acaba a consagrar soluções que com pequenos retoques o PS pode aceitar”.

Além disso, prosseguiu, serve “para quem quer venha a ser Governo no futuro, ou seja, é uma espécie de memorando de entendimento interno para eventual utilização depois de eleições e depois do programa cautelar”.

Quanto ao vice-primeiro-ministro, Marcelo considerou que Paulo Portas portou-se “talentosamente”, apresentando “o que serve de base para programas eleitorais, como quem diz agora ‘o interessante é que vamos a eleições’”. Desta forma, o líder centrista “assobia ao cochicho” e “desconversa”.

Marcelo Rebelo de Sousa sublinhou ainda que “está nas mãos de [António José Seguro] o destino do País nos próximos anos”, isto é, a diferença entre ter um programa de ajustamento ou um segundo resgate”.

Na opinião do professor, Seguro tem uma de “três saídas”: ou “concorda e aceitar tudo”, o que é “muito pouco provável”; ou assina apenas alguns “compromissos e pede eleições, nesse caso começamos a resvalar para o segundo resgate, e aí é um “erro porque ganha e vai gerir um resgate”; ou, a terceira opção, “aceita e negocia o que é preciso pondo na mesma a condição de eleições mas a seguir ganha e vai gerir um programa cautelar”. Nessa última saída reside, para Marcelo, “o talento de Seguro em conseguir eleições com um programa cautelar”.

No habitual comentário na antena da TVI, o ex-líder do PSD considerou ainda que a baixa de impostos sobre a qual falou esta semana o primeiro-ministro Passos Coelho passa pela mesma lógica em que “[José] Sócrates pensou em relação aos salários da Função Pública e à baixa do IVA em 2009”. Ou seja, o pensamento de Passos, explicou Marcelo, é o de que “2014 vai ser um ano muito duro no orçamento mas se isso correr bem, e ainda formos Governo, baixamos o IRS em ano de eleições”, o que “eleitoralmente é bom”, concluiu.
FONTE: Noticias ao Minuto

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publicado por citando às 11:39
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Domingo, 3 de Novembro de 2013
O PODER DA HUMILDADE
Costuma -se dizer que o silêncio é de ouro e a palavra é de prata, mas hoje na Cidade do Vaticano o Papa Francisco mais uma vez surpreendeu.
Surpreeendeu, pois sobre temas fracturantes, quer ouvir a palavra dos católicos. Demonstra coragem, no entanto, é uma situação perigosa, dado que, a humildade do Papa Francisco está demasiado exposta - a Igreja assim o deveria ser - e esta exposição poderá trazer consequências graves: para o próprio Sumo Pontífice.
Repare -se que, em tudo que é ideologia existem os que a seguem, sendo o caso deste Papa, querendo através da mesma efectuar reformas na igreja, mas existem aqueles que, por certo, estarão "do outro lado " ou seja, no lado dos interesses.
Que ninguém tenha dúvidas que para além da ideologia católica e humilde, existe o lado daqueles que vêem a Igreja e o Catolocismo como uma forma de Poder. Veja -se o caso do Banco do Vaticano que de vez em quando lá surgem notícias de problemas.
Contudo a coragem deste Papa está demonstrada: querer ouvir os católicos em casos como a homosexualidade e o aborto, demonstra uma das maiores mudanças da Igreja perante os fiéis.
Contudo, este poder de humildade poderá levar o Sumo Pontífice e o Vaticano ( se o Vaticano deixar o seu chefe supremo seguir o seu trabalho) a uma situação de ter de tomar decisões: imagine -se que, depois da consulta aos fiéis verifica -se que, de facto estes querem a mudança?
Mas para já fica o início da mudança... com humildade.

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Sábado, 2 de Novembro de 2013
PSD GAIA
No jornal o Gaiense desta semana vem uma publicação referente às eleições da Concelhia do PSD de Vila Nova de Gaia, em que, um dos candidatos refere que é necessário um novo PSD. Mas a que título? O PSD tem a sua ideologia , e muitos a fazer diferentes interpretações da mesma.
Mas Vila Nova de Gaia, e o PSD com Firmino Pereira está bem entregue,
Senão repare -se: é um homem que, há dezasseis anos convidou, para o bem e para o mal, Luís Filipe Menezes: e o desenvolvimento esteve presente. Quem viu Firmino Pereira em campanha, sentiu que este é o homem que faz a ligação entre a ideologia partidária e a população gaiense. Se culpados existir pela derrota eleitoral, nem se pode dizer que foi devido a Abreu Amorim e muito menos a Firmino Pereira; deveu -se a um conjunto de factores sociais, e talvez extra- máquina do PSD onde interesses, às tantas falaram mais alto.... para chegarem mais tarde como salvadores da pátria...
Firmino Pereira, à muitos anos está no PSD, conhece o Concelho; é o homem certo para dirigir o Partido ( que querem partir) nesta altura do campeonato. O PSD é único, não há espaço para "novo".
Espaço há certamente para trabalho em prol do Concelho na Oposição, nas estruturas do Partido e preparar o futuro,
De resto, deixem se de tretas e deixem Firmino Pereira trabalhar...

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publicado por citando às 20:42
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Sexta-feira, 1 de Novembro de 2013
QUANTO AO PS...
O porta-voz do PSD, Marco António Costa, lamentou "o conteúdo agressivo" da carta enviada ontem pelo PS a recusar qualquer reunião de trabalho para debater a reforma de Estado. "O PS assume, a nosso ver, uma postura de isolamento institucional que não é favorável ao interesse nacional", escreveu Marco António Costa numa carta, divulgada nesta sexta-feira.

O vice-presidente do PSD refere que o convite dirigido ao PS foi feito em nome dos sociais-democratas e não do executivo.

"Caso V. Exa. entenda útil fazer algum reparo ao IXI Governo Constitucional deverá endereçar o mesmo para sede própria", lê-se na carta.

O PSD considerou "indelicada" a resposta do PS e reafirmou o "empenhamento no diálogo político que importa manter entre instituições nomeadamente entre os dois maiores partidos portugueses". E termina com um novo apelo: "Renovamos o convite porque para o PSD importa colocar em primeiro lugar o interesse nacional".

A resposta socialista a esta carta chegou momentos depois. O PS, através do secretário-geral Miguel Laranjeiro, disse acusar a recepção da segunda carta do PSD e não tem nada a acrescentar. No entanto, o PS manifestou disponibilidade para "todos os debates de interesse nacional, na sede adequada que é o Parlamento".

Esta troca de cartas entre o PSD e o PS teve início na quinta-feira, quando os sociais-democratas convidaram os socialistas para uma reunião a propósito da reforma do Estado. O PS declinou imediatamente, respondendo que a proposta “não pode ser considerada seriamente” e que se trata de “mais uma encenação para distrair as atenções dos portugueses”.

O secretário nacional socialista Miguel Laranjeiro, que assinava a resposta do PS, escreveu que “os portugueses estão fartos de conversa e mais conversa”. Também lamentava que o PSD tenha “chumbado a proposta de metodologia da reforma do Estado que o PS entregou em Dezembro de 2012” no Parlamento.

Foi, aliás, esta a arma de arremesso, já nesta sexta-feira, no plenário, na reabertura da discussão do OE, que o PS utilizou para rebater o discurso da social-democrata Teresa Leal Coelho. A deputada criticou a bancada socialista por se recusar inscrever a regra de ouro de limitação do défice na Constituição e a participar no debate das medidas para a reforma do Estado. Lembrou que a lei de enquadramento orçamental (LEO) pode ser alterada em qualquer altura, apenas através de maioria simples.

Teresa Leal Coelho desafiou mesmo o PS a “explicar aos portugueses” essas opções, realçando que no caso da regra de ouro se trata de “uma imposição especificamente dirigida aos deputados e aos membros do Governo”.

O socialista José Junqueiro realçou que quem está à espera é o PS, lembrando que os socialistas propuseram há dez meses “um calendário, uma metodologia e uma data” porque o partido queria “uma verdadeira reforma do Estado”. “Mas disseram que o país não podia esperar, que a reforma tinha que ir para a frente. Agora, porém, está o país e o PS à espera do PSD e do Governo”, disse José Junqueiro. “A reforma do Estado não foi mais do que um embuste que tentaram pegar ao país”, acusou ainda.

Sobre a questão da regra de ouro, repetiu o argumento usado ontem pelo líder António José Seguro, de que ela está inscrita na LEO, e que o PSD está apenas a “tentar fazer um número e desertar do debate político”. “O que veio aqui fazer, o que o seu partido e o Governo estão a fazer é uma tentativa de fuga ao debate político do Orçamento do Estado, é um fait-divers.”

O também socialista António Braga veio depois classificar a proposta de reforma do Estado apresentada por Paulo Portas na quarta-feira como “uma manta de retalhos” e um conjunto de “frases e ideias generalistas sem qualquer sustentação em estudos”.

“Às duas [propostas de negociação – regra de ouro e reforma do Estado] lhe dizemos ‘não’”, rematou António Braga.
FONTE :Público

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publicado por citando às 13:15
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GOVERNO TRAÇOU OBJECTIVO
Com atraso ou não, quer se goste ou não, o Vice- Primeiro Ministro deliniou um projecto para Portugal no futuro.
As medidas, ou quase todas, poderão estar a ser contestadas já, podem dizem que o documento com cento e vinte tal páginas devia ter sido desde logo apresentado nos seis primeiros meses de Legislatura... certamente.
Contudo, não se pode deixar de lembrar o factor surpresa.
desde logo o factor surpresa consiste no facto de, quando em campanhã eleitoral, o Partido concorrente não sabe o que, em caso de vitória irá encontrar de seguida. Ora, por mais vontade que certamente Passos Coelho teria de ter uma outra forma de governar, seria essa possível? Seria possível governar sem que Paulo Portas tivesse criado uma "ruptura " que pode -se pensar de mera teimosia...
Às tantas para que se pudesse ter criado condições para o futuro, terá sido necessário tudo o que se passou.
Não se pode negar, que os tempos e cortes e austeridades são demais para os portugueses, mas , quem sabe que não irá criar condições pra um novo ciclo. Ciclo esse que de facto não será para o ano, nem daqui por dez, talvez daqui a vinte anos surja novamente um período de "vacas gordas".
E teremos que mentalizar as crianças que serão jovens nessa altura a poupar.
Existem erros é certo... mas pelo futuro dos miúdos tudo vale a pena!
Produza -se!

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publicado por citando às 12:58
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